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Juca Bala relembra fatos e comemora 10 anos de carreira na comunicação caicoense

Em Histórias por RedaçãoDeixe um comentário

Entra ano e sai ano, lança-se novos meios, mas o bom e velho rádio continua firme e forte como um dos veículos preferidos dos caicoenses. Uma das estrelas da programação radiofônica na cidade é Juca Bala, de 33 anos, que há 10 se apresenta diariamente através de um programa de entretenimento dos mais divertidos.

O sucesso de audiência transformou o programa “Fofoca Bala” em um estouro de vendas de patrocínios. Ainda assim, Juca realiza outras tarefas dentro do universo da comunicação como diversas propagandas de carro de som. Collecione bateu um papo com ele, o fez relembrar fatos e comentar outros tantos. Se ligue na prosa que foi boa demais!

Collecione: Qual o seu nome verdadeiro? Por que te apelidaram de Juca Bala?
Juca Bala: “Meu nome de batismo é Elismar dos Santos. Eu sempre fui muito danado, já fui líder de sala, presidente de grêmio, enfim, chamava a frente sempre. Daí começaram a me chamar de Juquinha, um nome bem típico daquelas piadas que fazem de meninos travessos. Fui crescendo e o nome me acompanhando, até um dia que um famoso corredor de motocross ganhou um prêmio e a Honda, na época localizada na Avenida Seridó, aqui em Caicó, colocou uma faixa parabenizando Juca Bala. Na mesma época, eu brincava carnaval com um bloco que estava produzindo as camisetas da turma e precisava de um apelido para ser colocado na parte de trás de cada integrante. Os meninos viram a faixa, ligaram o apelido de Juquinha que eu tinha ao cara do motocross e resolveram colocar Juca Bala. Daí então, ninguém mais me chama de Elismar e somente de Juca Bala”.

Collecione: Como você começou a trabalhar com comunicação? Quem te descobriu?
Juca Bala: “Comecei meio que por acaso há dez anos. Na época tinha começado o boom daqueles sites de coberturas de eventos porque ninguém tinha celular pra fazer as selfies de hoje em dia. Aí o DJ Marcelo (in memorian) e Anailza me convidaram para participar do site dele chamado Sem Opção. Antes eu trabalhava em uma loja de tecidos e comecei a fazer esses bicos, registrando a foto da galera, nos eventos. Tempos depois veio para Caicó, o site Portal do Seridó e o dono Edgley me convidou para trabalhar somente com isso, com direito a carteira assinada e tudo mais. Aceitei e a partir disso chamei a atenção de outro site, o Kurtição e dois anos depois, em 2007, a radialista Suerda Medeiros me chamou e me convidou para fazer uma participação no programa dela, na Rádio Caicó, de cinco minutos de duração. Eu perguntei o que iria falar e ela me disse o que eu quisesse. Fui e deu muito certo. Os primeiros cinco minutos passaram a ser dez, depois quinze e a forma como eu comentava as fofocas foi chamando a atenção das empresas que queriam aliar suas marcas a mim”.

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Collecione: Esse ano você completa cinco anos de Rádio Seridó e dez que trabalha com comunicação. Seu programa é um dos mais ouvidos e dos mais procurados por patrocinadores. A que você atribuiu esse sucesso?
Juca Bala: “Eu sei que tenho carisma, mas isso não basta. Eu sou extremamente atencioso e dedicado aos meus clientes. Desde que entrei, pela primeira vez no rádio até hoje, já passei por algumas emissoras e os mesmos clientes são basicamente os mesmos. Se eu mudar de rádio, eles mudam comigo. Toda essa semana eu passo nas lojas, conheço e falo pessoalmente com os funcionários, vou atrás de saber o que pode ser anunciado com antecedência e por aí vai. Eu atribuo esse sucesso a minha dedicação”.

Collecione: Quantos patrocinadores estão oficialmente com você hoje? Como é a logística do seu programa Fofoca Bala na Rádio Seridó?
Juca Bala: “Eu tenho oito patrocinadores fixos que movimentam o meu horário. Eu trabalho em regime independente. O meu programa Fofoca Bala é inserido dentro do Programa Lucineide Medeiros, entre às 10h e 11h, de segunda a sexta. Em uma hora, eu comento as fofocas do dia e mesclo as publicidades dos clientes em meio ao conteúdo que vou falando. Assim se torna criativo e interativo. O que eu falo da celebridade eu insiro no contexto de uma empresa que me patrocina por exemplo e isso agrada aos clientes e ouvidos”.

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Collecione: Você conta com uma assistente de peso: a Peppa. Como surgiu essa parceria?
Juca Bala: “A Ana Maria Braga não tem o louro? A Fabíola Reipert, da Record, não tem a cobra Judite? A Palmirinha não tem o boneco Huguinho? Pois bem, eu tenho a Peppa. Ela já virou um membro da rádio e participa de todas as brincadeiras que faço, inclusive às vezes ela conta algumas fofocas que eu não posso falar (risos)”.

Collecione: E as publicidades de carro de som? Como surgiram?
Juca Bala: “Foi por acaso também. Estavam precisando de alguém para fazer uma campanha social um tempo desses e eu me chamaram. Daí eu comecei a falar e sai do carro de som, fiquei na rua movimentando e conversando com as pessoas. Meu diferencial é esse. Eu faço tipo um comício e essa forma dinâmica de fazer publicidade é que é a minha marca registrada e que atrai tantos bons clientes”.

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