plastimodelismo_colecao_02

Collecionador apresenta a magia do Plastimodelismo

Em Revista por RedaçãoDeixe um comentário

Colecionar é uma prática habitada em muitos de nós. A explicação plausível para este tipo de costume pode ser encontrada a partir do prazer que alguém possui em reunir itens de um determinado gênero como forma de apreço àquela temática. “Quando adolescente, minha mãe levava a mim e meus irmãos para assistir os desfiles cívicos. Observar as Forças Armadas e Auxiliares desfilando, passou a incutir em minha pessoa, o fascínio pela vida militar”, declara Kléber Costa, servidor público estadual, autor de duas memoráveis coleções, uma de revistas e livros, outra sobre artigos de militaria.

plastimodelismo_colecao_01

Movido pela admiração dos grandes feitos militares como a grandeza dos generais da Antiguidade do porte de Alexandre da Macedônia, Júlio César de Roma, Ramsés II do Egito e tantos outros que desbravaram os livros de História com passagens de valentia, coragem e inteligência, Kléber se viu, aos 14 anos, interessado por revistas sobre guerras. “Recentemente consegui completar a coleção Grandes Guerras, da Abril Cultura. Calculo que possuo aproximadamente 600 edições, entre publicações de livros e revistas”, admite. No entanto, a outra coleção começou a ser praticamente mais recentemente, há pouco mais de 11 anos, e é baseada em itens, em formato de miniaturas, como carros de combate e soldados infantes, chegando ao número total de 200 peças finalizadas e outras 80 a serem montadas.

Intitulado como Plastimodelismo, o hobbie consiste em formatar kits plásticos que chegam armazenados em caixas com peças isoladas para montagem posterior. “Opto por carros de combate da Segunda Grande Guerra Mundial, em especial os alemães, Action Figures, que são figuras de ação mostrando personagens em existências reais. Nesta área gosto muito da série MCFarlane Military Series e da Forces Of Valor, a primeira sobre as Forças Armadas Americanas e a segunda trata-se de uma coletânea dos principais carros de combate daquela guerra mundial”, acrescenta.

plastimodelismo_colecao

Para praticar o hábito, Kléber criou uma espécie de atelier, onde frequenta devidamente equipado com acessórios que o auxiliam no processo de integração das peças para formatação final de cada miniatura. “Somente no Plastimodelismo é necessário a montagem e pintura das peças. No começo exige um certo treino para conclusão, mas nada muito difícil. Deve-se, portanto, verificar a autenticidade das peças, as cores de cada batalhão ou unidades, bem como as marcas de batalhas e símbolos expostos”, alerta.

Apesar do número significativo de peças, engana-se quem pensa que ele pretende parar por aqui. “Os produtos no Brasil são muito caros. Quase tudo que tenho foi comprado no exterior, mais precisamente nos Estados Unidos e Japão, através da ferramenta de compras internacionais, EBAY”, afirma.

plastimodelismo_colecao_oficina

Por algumas vezes, Kléber esteve reunido a outros colecionadores que apreciam o mesmo estilo que o seu. “Aqui no Rio Grande do Norte, o Plastimodelismo está ‘engatinhando’, houve no mês de Novembro de 2014, o 1º Open Natal, infelizmente não pude comparecer, mas já estive presente em eventos do gênero em Recife/PE, onde inclusive existe uma loja chamada Mania de Kit, especializada na venda das peças e acessórios, como também em ferramentas utilizadas nas montagens”, ressalta.

plastimodelismo_colecao_03

Para finalizar, Kléber vislumbra a prosperidade de suas coleções. “Uma das grandes certezas que tenho é a de que vou me manter na prática do colecionismo da Militaria. Tanto nos artigos escritos em revistas e livros, como ainda mais na prática do Plastimodelismo, do qual sou verdadeiramente apaixonado. Costumo dizer que existem vários prazeres na vida, e contemplar uma montagem concluída é um dos meus”, resume.

Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on TumblrShare on Google+Email this to someone
RedaçãoCollecionador apresenta a magia do Plastimodelismo